Mostrando postagens com marcador MISSÕES. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador MISSÕES. Mostrar todas as postagens

9 de jul. de 2015

Como vivem os Cristãos no mês do Ramadã

Estamos em pleno mês sagrado para o islamismo: o Ramadã. Já sabemos o que ele representa: jejuns, oração, comemoração de quando o Corão foi revelado a Maomé. Mas o que isso significa para os cristãos que vivem entre muçulmanos?

Pr. Caleb Mubarak, missionário no Norte da África, escreve em carta aos seus adotantes exatamente sobre isso. Passando o seu nono Ramadã no mundo islâmico, nosso missionário afirma que sempre vivencia como se fosse a primeira vez e afirma que comunidades cristãs em países de maioria islâmica consideram este mês como “o mês do mal”.

Caleb diz que em muitos desses países, a liberdade religiosa registrada na constituição não passa de uma enganação para os internacionais verem. Nesses lugares, a pessoa pode ser presa se admitir não estar jejuando ou comer na frente de alguém. Isso é considerado ofensa grave e pode punir o infrator com seis meses de prisão. Praticar o Ramadã se torna forçoso por lei e por imposição da religião.

“Os cristãos de origem muçulmana precisam ter muita cautela durante o Ramadã. Eles podem facilmente incomodar os muçulmanos do país, mesmo atuando com amor e piedade. Considerados apóstatas, esses cristãos são frequentemente expulsos de suas comunidades, deserdados e desprezados por suas famílias, e muitas vezes ameaçados de morte. Ataques às igrejas e a cidadãos cristãos costumam acontecer durante o mês do Ramadã”, afirma Calebe.

Outras crenças em torno do Ramadã geram controvérsias. Muitos muçulmanos creem que Alá acorrenta os maus espíritos (gênios) durante o Ramadã para que os fiéis possam praticar sua fé. Caleb fala sobre a ironia deste pensamento, uma vez que as pessoas evitam interações sociais e discussões religiosas, pois é quando mais crimes e brigas acontecem.

Este ano, em particular, o mês foi banhado de sangue, haja vista as ocorrências de ataques na Tunísia, França, Kuwait e Somália em um só dia. “Será que esses ataques estão conectados de alguma maneira, ou seria uma simples coincidência?”, pergunta Calebe, e segue explicando que todos esses atentados ocorreram na segunda sexta-feira do Ramadã, dia mais sagrado para os muçulmanos. “Foi justo no ‘seu dia santo’ que os jihadistas produziram o terror ao redor do mundo, em três diferentes continentes”. Calebe se refere aos 27 mortos e 222 feridos no ataque a uma mesquita no Kuwait, e às dezenas de mortos na Somália.

A oração é a chave para mudar este quadro. Uma de nossas missionárias, num país diferente de onde está Caleb, teve a oportunidade de testemunhar à esposa de um terrorista do Estado Islâmico. A mulher se converteu ao cristianismo! O impossível pode acontecer.

Nosso missionário também vê na oração a chave para a mudança. Ele pede que oremos pelos bilhões de muçulmanos que jejuam do nascer ao pôr do sol, sem consumirem nem água, numa busca frenética por aproximação com Deus. Muitos deles têm de ser levados ao hospital por causa de desidratação. No Norte da África e Oriente Médio esta é a época mais quente do ano e a luz do dia, em alguns lugares, permanece até 22h. Mulheres e crianças são as mais afetadas.

“Ore por aqueles muçulmanos que, sinceramente, buscarão o Senhor durante a Noite do Poder ou Noite do Destino (quando os muçulmanos acreditam que o céu se abrirá, e o próprio Deus estará atento aos pedidos dos fiéis). Que eles possam ter um encontro pessoal com o Verdadeiro Deus. A noite do poder será no dia 14 de julho”, diz Caleb.
Ele pede ainda, por um amigo a quem tem testemunhado de Cristo. Ele o chama de “Servo Generoso”. Ele precisa ter seus olhos abertos, livres das “escamas da religião islâmica”, para enxergar e experimentar Cristo, a verdadeira religião (religação) com Deus.

 Fonte: www.Pulpitocristao.com

9 de mai. de 2015

Cristão Usbeque detido e multado por entregar folheto evangelístico




Doniyor Akhmedov foi detido pela polícia local no dia 16 de março, ao entregar um folheto evangelístico à uma pessoa na rua, por motivo de "atividade missionária ilegal".


De acordo com o Fórum 18, a polícia do Uzbequistão deteve o cristão Akhmedov na delegacia de Ahangaran até 26 de março. Autoridades uzbeques, algumas vezes, obrigam cristãos a assinarem declarações que os acusam de quebrar a Lei sobre Religião. E, apesar de ter sido agredido e forçado a assinar, cristãos locais relatam que ele sempre recusou.



Depois de 10 dias, ele foi enviado ao Centro de Detenção da região de Tashkent, onde "ficou detido em uma cela muito pequena com mais de 10 pessoas. Eles foram espremidos e mal tinha espaço no chão para dormir", afirmaram testemunhas.



No dia seguinte a sua libertação, que ocorreu em 31 de março, Akhmedov foi convocado para comparecer perante o Tribunal Penal do Distrito de Ahangaran, e multado no valor de 40 vezes o salário mínimo, pelo Artigo 184-2 que fala sobre a "distribuição de materiais religiosos". Cristãos locais disseram que Doniyor Akhmedov se recusou a pagar essa multa tão alta, defendendo que "ele só exerceu o seu direito humano fundamental".


Fonte:http://www.pulpitocristao.com/2015/05/cristao-uzbeque-e-detido-e-multado-por.html

17 de jun. de 2014

Cristãos Sírios são crucificados

Posto esta matéria para que tomem conhecimento da situação dos nossos irmãos na Síria. Informações essas não veiculadas pela grande mídia nacional e internacional. Será por quê?

A situação de guerra vivida atualmente pela Síria, país vizinho do Iraque, onde trabalhamos, foi agravada pela tomada da cidade cristã de Maaloula. Segundo relatos de testemunhas que fugiram da cidade, jihadistas tomaram localidade e, armados, tentaram obrigar moradores locais a se converterem ao islamismo, sob a mira de armas. Maaloula, uma das cidades cristãs mais famosas da Síria, é conhecida mundialmente por seus habitantes ainda falarem aramaico, o idioma falado por Jesus Cristo. Estima-se que 80% dessa população se refugiou em cidades vizinhas. O conflito armado na Síria, entre forças do governo e tropas rebeldes, é responsável por mais de 90 mil vítimas fatais, e milhares de desabrigados e refugiados. A vida dos cristãos também foi afetada, e muitos perderam propriedades, empregos e entes queridos, alguns por conta dos constantes bombardeios, outros devido ao caráter religioso que a guerra tem tomado.

Caros irmãos, sei que estas imagens são chocantes, mas elas mostram a realidade dos nossos irmãos na Síria, país que tive a oportunidade de conhecer e de residir por quase 3 meses. Meu coração está muito apertado, pois pude conhecer vários irmãos e congregar com eles em nosso tempo nesse país. Vários foram degolados e outros crucificados por não se renderem ao islã. Eles estão realmente pagando um alto preço por sua fé.


Cristão Sendo Crucificado Por Muçulmanos


A crise que assola o país, ainda hoje, provoca um sofrimento terrível ao povo, em particular, a comunidade cristã (cerca de 8% da população do país) paga um alto preço por viver em uma zona de guerra. Todos os dias, há ameaças de destruição e morte, completa. Essa situação tem incentivado cristãos a deixarem o país, conforme revela um pastor sírio: “Como cristãos, ouvimos abertamente, que não há lugar para nós aqui, e não nos sentimos bem-vindos, por ambos os lados (governo e rebeldes). Sentimos muito medo”.


Depoimento de um brasileiro que mora na Jordânia:

“A guerra na Síria a cada dia que passa está mais violenta, os rebeldes estão muito agressivos e o resultado desta barbárie foi a forma como eles nos presentearam na Páscoa, ao crucificarem uma criança e jogarem futebol com a cabeça do pai desta criança! Morreram simplesmente por serem cristãos!”



O homem sentado no chão, vestido de branco, é um pastor cristão que vive na Síria. Na parte da manhã ele saiu para pregar o Evangelho, e quando ele voltou para casa naquela tarde, ele encontrou os seus quatro filhos mortos, assassinados pelos muçulmanos.


“Bem-aventurados os perseguidos por causa da justiça, pois deles é o Reino dos céus. “Bem-aventurados serão vocês quando, por minha causa, os insultarem, os perseguirem ve levantarem todo tipo de calúnia contra vocês.
Alegrem-se e regozijem-se, porque grande é a sua recompensa nos céus, pois da mesma forma perseguiram os profetas que viveram antes de vocês”. (Mt 5.10-12).

Fonte: http://ednaldobreves.blogspot.com.br/

13 de nov. de 2013

Quirguistão: Cristãos sem sepultura


“Eu nunca pensei que não haveria lugar em nossa pátria onde poderíamos enterrar meu marido”, disse Sarah*
foto
Quando Bakyt*, um cristão local quirguiz, estava morrendo de câncer, recebeu a visita de três moldos (líderes islâmicos) da mesquita local. Eles lhe disseram: “Se você não abandonar sua fé em Jesus, nós não permitiremos que sua família enterre o seu corpo no cemitério local”. Sua resposta emocionada foi para que eles fossem embora
Assim como Bakyt havia sido avisado, após sua morte, os irmãos de sua igreja foram forçados a mudar o local de seu túmulo três vezes. Em cada uma das tentativas, eles foram proibidos pelos líderes religiosos locais de enterrá-lo.
Essa situação trouxe muita amargura e tristeza para sua família, parentes e amigos. “Eu nunca pensei que não haveria lugar em nossa pátria onde poderíamos enterrar meu marido”, disse Sarah*, esposa de Bakyt.
Casos recorrentes de perseguição à Igreja continuaram ocorrendo no Quirguistão. Mas, um dos mais comuns, é a pressão que a sociedade exerce sobre os membros da Igreja que tentam enterrar seus parentes (quirguizes), também cristãos.
Um caso alarmante aconteceu ano passado em dos vilarejos no sul do Quirguistão, quando líderes muçulmanos locais exumaram corpos de cristãos após descobrirem que eles haviam se convertido a Cristo antes de morrer. Por fim, os representantes da mesquita local forçaram os parentes dos cristãos mortos a enterrá-los em um cemitério fora do vilarejo.
Historicamente, no Quirguistão e em outros países da ex-União Soviética, instalações e instituições, tais como cemitérios comunitários, são organizados separadamente, com base em princípios étnicos. Há um cemitério para o povo quirguis, que geralmente é chamado de cemitério muçulmano; o cemitério para russos é denominado de cemitério cristão. Há ainda outro cemitério para coreanos, e assim por diante.
Dessa forma, o problema é que quando um quirguiz se torna cristão e morre, os muçulmanos não permitirão que seus parentes o enterrem no cemitério reservado ao povo quirguiz, que é tradicionalmente muçulmano. Mas, ao mesmo tempo, os russos não permitirão que uma pessoa da etnia quirguiz seja enterrada no cemitério cristão, ainda que ela seja cristã.
Então a dúvida da igreja no Quirguistão permanece: “Onde poderemos enterrar nossos cristãos quirguizes?”
Pode parecer irônico, mas, mesmo depois da morte, um cristão quirguiz e seus irmãos, que ainda estão vivos, continuam sob pressão por professarem sua fé em Cristo.
*Nomes alterados por questões de segurança das famílias envolvidas.
Pedidos de oração

  • Ore a Deus pedindo por conforto aos cristãos quirguizes, que têm de lidar com essa situação e com as autoridades religiosas num momento de dor, após a morte de um ente querido.
  • Peça para que cristãos e muçulmanos se respeitem mutuamente e vivam em paz.

Texto e fotos: Portas Abertas
Adaptação: Lagoinha.com

Irã: 300 cristãos presos nos últimos 03 anos


Pelo menos 300 cristãos foram presos nos últimos três anos no Irã. As acusações mais comuns são ações contra a segurança pública e propaganda contra o regime. Muitos destes cristãos foram presos por fazer parte de “igrejas domésticas”, pequenas reuniões de cristãos que se encontram para adorar e orar juntos
Irã
Os contínuos maus tratos do Irã à sua minoria cristã foi um dos temas levantados em reunião recente do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas.
Attieh Fard, uma advogada especializada em direitos humanos, pediu ao presidente Hassan Rouhani para cumprir suas promessas feitas às Nações Unidas, em Nova York, libertando os 42 cristãos presos e os 45 que aguardam julgamento.
Fard disse que esses números representam apenas os casos conhecidos. O número real é muito maior, levando-se em conta que muitos têm permanecido em silêncio devido às ameaças do governo. Ao fazer isso, afirmou em seu relatório de 24 de setembro, o governo viola as suas obrigações legais nacionais e internacionais.
“Ao fazer essas acusações contra os cristãos, tanto o governo como o Judiciário cometeram um erro fatual porque as reuniões cristãs em casas ou igrejas são formadas, principalmente, para os cristãos adorarem e estudarem a Bíblia juntos, e não para mudarem o regime. Elas não têm qualquer objetivo político. Portanto, estes julgamentos são errados”, disse Fard.
Fard acrescentou que encontros semelhantes eram realizados por muçulmanos xiitas, que se reúnem em grupos para estudar o Alcorão e orar. Mas essas reuniões não foram consideradas uma ameaça à segurança nacional. Alguns cristãos presos são obrigados a ouvir o Alcorão e “bastante pressionados” a se converter ao islamismo. Ela disse que muitos deles são torturados e têm seus bens confiscados. Então, depois de serem libertados, perdem geralmente o direito à educação ou emprego.
O artigo 26 da Constituição iraniana concede o direito a minorias religiosas, incluindo os cristãos, de formar sociedades e se reunir. Como tal, igrejas domésticas são entidades legítimas. Segundo Fard, muitos pastores têm sido presos e mesmo aqueles que são libertados são frequentemente mantidos sob um tipo de prisão domiciliar. O Rev. Robert Asseriyan, que foi preso no início deste ano, é um exemplo. Desde que foi solto, Asseriyan foi impedido de falar com qualquer outro cristão, disse ela.
“Alguns líderes da igreja que não estão presos têm sofrido ameaças do governo dizendo que, se não cessarem as suas atividades ou deixarem de ir às igrejas, serão prejudicados eles próprios ou os membros de suas famílias – mortos, fisicamente atacados ou estuprados”, disse ela.
O Irã anunciou que está comprometido com o Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Políticos, incluindo o artigo 18, que garante o direito de qualquer pessoa a mudar de religião. No entanto, Fard disse que o governo tem “repetidamente prendido cristãos que se converteram do Islamismo, confiscando suas propriedades e os forçando a abandonar seu trabalho ou seus empregadores a demiti-los”.
Fard compartilhou o exemplo de um professor que trabalhava para o Ministério da Educação há 30 anos. Depois de descobrirem que ele era um cristão, foi demitido.
Algumas mulheres cristãs perderam a custódia de seus filhos depois de seu divórcio de homens muçulmanos, uma vez que eram tidas como cristãs que abriram mão de seus direitos. Em um caso, o juiz disse à mãe de uma menina de dois anos que ela poderia manter a custódia de sua filha caso se tornasse muçulmana. Enquanto isso, muitos cristãos são forçados a casar-se em cerimônias muçulmanas e realizar funerais islâmicos para os membros cristãos da família.
A recente soltura de duas mulheres cristãs pelo governo foi bem recebida, disse Fard, mas ela pediu ao governo para “libertar todos os prisioneiros cristãos e proteger os seus direitos de cidadania quando forem soltos”. Fard também mencionou o fechamento das igrejas de língua persa por parte do governo, acrescentando que não só os cristãos estão impedidos de convidar os não-cristãos a participar como também estão impedidos de aceitar qualquer não-cristão que queira participar.
A solicitação do governo a todas as igrejas para fornecer os detalhes do cartão nacional de identidade de todos os membros e para instalar câmeras de vigilância nas igrejas é contra o artigo 23 da Constituição do Irã, que proíbe o governo de exigir detalhes da religião ou crença de uma pessoa.
Fard concluiu: “É óbvio que o governo islâmico do Irã tem tomado medidas para impedir o acesso de cristãos e do público a sociedades cristãs, igrejas, literatura e a religião cristã, não levando em conta os direitos constitucionais dos cristãos, nacionais e internacionais. Agora que o Irã se diz comprometido com suas obrigações internacionais, deve começar de fato a tomar medidas para proteger estes direitos constitucionais”.
:: Portas Abertas

Tanzânia: Cristão é vítima de ataque com ácido


Esse foi o quinto ataque com ácido em Zanzibar desde novembro passado, de acordo com a agência de notícias BBC. Razões do ataque ainda são desconhecidas
cristão ataque
Amselmo Mwangamba foi atacado no dia 13 de setembro, e está internado, recebendo tratamento e cuidados nas queimaduras em seu rosto, tórax e braços.

No mês passado, duas jovens britânicas foram alvo de um ataque que ocuparam as manchetes dos jornais no Reino Unido por várias semanas. Líderes políticas consideraram o ataque contra as britânicas uma “vergonha para o povo de Zanzibar”, e ofereceram uma recompensa equivalente a seis mil dólares por informações que levem à prisão dos agressores.
Amselmo foi atacado enquanto saía de uma lan house em Stone Town, uma cidade muito popular entre turistas. Foi também em Stone Town que as jovens britânicas sofreram o ataque.
Ainda se desconhece a razão deste último ataque, embora haja muita tensão entre os habitantes muçulmanos e a minoria cristã da ilha.
O presidente do Zanzibar, Ali Mohammed Shein, visitou Amselmo no hospital e disse à mídia que “o incidente gerou caos e confusão dentro e fora do país”. Ele pede aos habitantes da ilha que se mobilizem para evitar novos ataques.
“Não podemos continuar vivendo com medo e tendo pessoas como alvo de bandidos que utilizam ácido”, disse ele.
O delegado de polícia da cidade, Mussa Ali Mussa, disse que alguns suspeitos foram interrogados, mas nenhuma prisão foi feita ainda.
A Tanzânia passa por uma reforma constitucional. A nova proposta será votada em um referendo em abril de 2014. Os cristãos são maioria na Tanzânia, mas a ilha de Zanzibar (de maioria islâmica) tem, há alguns anos, expressado seu desejo de se tornar independente e se declarar um Estado Islâmico.
A Tanzânia ocupa a 24ª posição na Classificação de países por perseguição, uma lista anual dos 50 países em que os cristãos enfrentam mais dificuldades por conta de sua religião. A lista afirma que “No arquipélago de Zanzibar, militantes islâmicos estão empenhados em expulsar todos os cristãos das ilhas, queimando e saqueando igrejas, e ameaçando-os de morte”.
Fotos e textos: Portas Abertas

Síria: Mais de 1/3 dos Cristãos morreram ou fugiram


confrontos-na-siria-320x193
Mais de um terço dos Cristãos da Síria foram mortos ou fugiram
Mais de um terço dos cristãos da Síria não estão mais no país desde o início da guerra civil, afirma o maior líder católico sírio, Gregório III Laham. Em uma entrevista à BBC, ele disse acreditar que mais de 450 mil cristãos estão refugiados ou mortos.
No entanto, afirmou que a comunidade cristã da Síria irá sobreviver. Segundo Laham, os cristãos devem testemunhar uma nova forma de vida e novos valores ao mundo árabe durante a atual crise. “A nossa missão é tentar mudar a visão do mundo árabe”.
Até 2012, a guerra tinha um tom político-militar e a minoria cristã desfrutava da proteção do Exército, sob orientação do governo. Com a entrada de grupos fundamentalistas como a Al-Qaeda e Levante, o conflito na Síria testemunhou um aumento exponencial da violência contra os cristãos, acusados de serem aliados do governo atual.
Obviamente, o número exato de cristãos mortos na Síria por muçulmanos é impossível de saber, mas está na casa dos milhares. Um porta-voz da Portas Abertas, missão que apoia cristãos perseguidos por causa da fé, acredita que muitos ainda sairão em busca de refúgio nos países vizinhos. “Os incidentes de perseguição hoje em dia são aparentemente implacáveis. Quase todos os dias, igrejas são queimadas, cristãos são pressionados a se converter ao islamismo, há violência contra suas casas, seus filhos são raptados ou estuprados e existe discriminação nas escolas e locais de trabalho. A lista de problemas na região é ainda maior”, disse o líder cristão.
Este mês foi lançado em Londres um novo relatório elaborado por agências cristãs, indicando que a perseguição aos cristãos está piorando em todo o globo. Os piores problemas, de acordo com esse relatório, atualmente estão na Coreia do Norte e na Eritreia.
“A principal conclusão do relatório é que, em dois terços dos países onde a perseguição aos cristãos é mais grave, os problemas tornam-se cada vez piores”, disse John Pontifex, um dos autores do relatório. ”Na verdade, a própria sobrevivência da Igreja em algumas regiões, em especial no Oriente Médio, está correndo sério risco.”
O relatório sugere ainda que a chamada Primavera Árabe se transformou em um “Inverno cristão”, pois em meio às convulsões políticas, os que mais sofreram foram os membros das minorias cristãs nestes países.
Com informações World Watch Monitor.
:: Foto e texto: Gospel Prime

Coréia do Norte - Cristãos fuzilados por terem uma bíblia


A Coreia do Norte ocupa o primeiro lugar no ranking de países que mais perseguem os cristãos
01
Por assistirem televisão sul-coreana e possuírem Bíblias em suas casas, 80 norte-coreanos foram executados na semana passada, conforme denúncia divulgada pelo jornal sul-coreano JoongAng Ilbo.

Uma pessoa que afirma ter deixado ilegalmente a Coreia do Norte é a fonte do jornal. Na oportunidade, disse que foi testemunha de um evento onde 10.000 pessoas foram a um estádio esportivo na cidade de Wonsan, para assistirem a sessão de fuzilamento.
Além disso, um grupo de refugiados norte-coreanos ressaltou que esse tipo de ação não é algo novo. Na verdade, é um meio dos líderes ditatoriais transmitirem sua mensagem de repressão à população.
Já de acordo com o jornal inglês Daily Mail, os condenados foram amarrados a estacas com sacos cobrindo suas cabeças e seus corpos receberam diversos tiros de metralhadora.
A Coreia do Norte
A Coreia do Norte ocupa o primeiro lugar no ranking de países que mais perseguem os cristãos e também é considerada a nação mais fechada do mundo.
No país, pessoas que participam de reuniões de igrejas ou que simplesmente tenham uma Bíblia em casa podem ser censuradas e condenadas à prisão ou mesmo à morte. Entretanto, ainda que sob esses riscos, a igreja subterrânea aumenta a cada dia.
Fonte: Gospel Prime
Adaptação: Lagoinha.com
Fotos: Internet
:: Cristiane Soares

Colômbia: A conversão de um Guerrilheiro

Frederico começou a pedir perdão aos pastores e aos outros cristãos a quem havia ameaçado e perseguido 
Portas abertas
Por muitos anos, Frederico dedicou sua vida como guerrilheiro em um grupo armado ilegal. Constantemente, ele perseguia os cristãos. Odiava os líderes da igreja, em particular, porque tinha certeza que eles forçavam pessoas ignorantes a seguir falsas ideologias. Além disso, ele acreditava que os cristãos eram aliados militares do exército colombiano.

É por isso que Frederico, durante muito tempo, fez de tudo ao seu alcance para impedir o crescimento e a atuação da Igreja. Enviou infiltrados para espionarem reuniões cristãs; ordenou o fechamento de igrejas; ameaçou pastores por todo país, principalmente em áreas onde, sob seu comando, guerrilheiros dominaram por décadas.
Naquele dia, ao invés de matar Frederico, a bomba do exército acertou o seu corpo como uma bala de canhão e o lançou a uma distância de 300 metros. Ele sobreviveu tanto à explosão quanto à queda. Um casal cristão o encontrou ferido. Eles o abrigaram em sua casa e trataram dos seus ferimentos, cuidando dele até se recuperar. Também lhe deram uma Bíblia. Em uma simples casa na fazenda do casal, Frederico aprendeu sobre o amor de Deus. Semanas depois, decidiu seguir a Jesus.
Frederico não está mais interessado em fazer guerra. Este ex-perseguidor encontrou um sentido melhor para sua vida. Também entendeu que estaria diante de uma rara oportunidade de começar novamente; criar uma nova identidade. Já que ambos os lados acreditavam que ele estava morto, poderia mudar-se para outro país e construir uma nova vida. O evangelho havia mudado seu coração.
Agora, Frederico queria fazer as pazes com todos. Começou a pedir perdão aos pastores e aos outros cristãos a quem havia ameaçado e perseguido. Os pastores entenderam o perigo que ele enfrentava, ,porém não podiam ajudar. Será que a conversão de Frederico tinha sido sincera? Logo aquele homem que havia exigido o fechamento de tantas igrejas!
Eles ouviram falar que Frederico pediu ajuda a um pastor para aprender mais sobre a Palavra de Deus. Mas, e se fosse mentira, e se o seu verdadeiro plano era matá-los? Um colaborador da Portas Abertas, em uma região controlada por grupos armados ilegais, também tinha dúvidas sobre Frederico.
Assim, o colaborador conversou com pastores na região. Para seu espanto, os pastores confirmaram que Frederico, o ex-inimigo dos cristãos, havia realmente se rendido à fé em Cristo. Um ex-rebelde, que agora é cristão, garantiu à Portas Abertas que Frederico está mesmo servindo ao Senhor.
Mas, o perigo de Frederico está aumentando à medida que aqueles que pensavam que ele estava morto, estão sendo avisados que ele está vivo. Por preocupações com a sua segurança, o ex-militante mudou-se para outro país, onde está com sua família, que o havia abandonado quando ele ingressou no grupo armado ilegal.
Tais conversões dramáticas a Cristo tornaram-se cada vez mais comuns na Colômbia. Através do poder transformador de Deus, os criminosos mais perigosos e violentos têm vindo à fé em Jesus. Muitos que, até então, estavam envolvidos com grupos armados ilegais, às vezes por anos ou décadas, depuseram suas armas e agora estão servindo ao Senhor. Deixaram o narcotráfico, a negociação como assassinos de aluguel e outras empresas criminosas para seguirem a Cristo.
Vítimas de violência têm se recusado a vingar-se contra aqueles que os prejudicaram ou maltrataram seus entes queridos, por causa do poder restaurador do Espírito Santo. Alguns servem agora como voluntários da Portas Abertas, ministrando aos prisioneiros, órfãos, viúvas e aos cristãos perseguidos que precisam de encorajamento.
Um pastor que, não só conheceu Frederico, mas também lhe ensinou mais sobre Cristo, disse que Frederico pretende voltar a esta área devastada pela guerra. Ele pretende continuar pedindo perdão a todos os pastores a quem havia ameaçado, mesmo que isso lhe custe a sua própria vida.
Pedidos de oração
  • Ore por Frederico, para que o Senhor fortaleça a sua fé e capacite-o a seguir os seus caminhos.
  • Interceda pelos membros dos grupos armados ilegais da Colômbia, para que cheguem à fé em Cristo por meio do testemunho de outros cristãos. Que o Senhor mostre a eles o seu amor, perdão e misericórdia.
* O nome foi alterado por razões de segurança.
Fonte: Portas Abertas