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3 de nov. de 2013

Ex-ladrão e Ex-detento: Há esperança

Ladrão retorna à loja após 12 anos com dinheiro e carta de desculpas
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Após 12 anos, um ladrão voltou à loja que assaltou à mão armada na cidade de Nashville, no Tennessee (EUA), para devolver a quantia roubada, e ainda deixar um bilhete com um pedido de desculpas para o dono do estabelecimento pelo crime. Somboon Wu, filho do dono da loja, disse à emissora “WSMV” que o homem entrou no local e insistiu para que o pai pegasse o envelope que trazia consigo, e saiu em seguida. Quando abriram o pacote, descobriram US$ 400 (US$ 100 a mais do que a quantia roubada à época) e um bilhete, com um pedido de desculpas.

Leia a carta na íntegra: “Sou um viciado em drogas. Aproximadamente 11 ou 12 anos atrás roubei essa loja com uma arma. Não uso mais drogas e sinto que preciso fazer as pazes com as pessoas que machuquei no passado. Eu vim à sua loja por volta de 9 ou 10 horas em 2002 e peguei um engradado de cerveja e pedi cigarros. Quando o caixa abriu para pegar o troco, saquei a arma e peguei US$ 300 da registradora e saí dirigindo em um carro branco. Espero que aceite esse dinheiro e encontre perdão. Fique em paz, (Anônimo).” O perfil da loja no Instagram chegou a postar uma foto do bilhete e Somboon afirmou que ele e o pai perdoaram o homem, e que vão manter sua identidade em sigilo. “É inspirador. Mesmo nos momentos difíceis precisamos dar às pessoas uma segunda chance”, afirmou o homem. (Fonte: G1)
Ex-detento se converte ao Evangelho e se torna diretor de presídio
A história de Antônio Silva Neto, de 46 anos, ex-policial militar da Paraíba, condenado a 15 anos de prisão pelo homicídio doloso da esposa em 1991, é uma amostra das mudanças que o Evangelho permite. Neto afirma que quando era policial, seu trabalho era pautado pela violência: “Eu era um homem violento, motivado pelo clamor público e senso de justiça na época”, disse. “Meu objetivo era matar e tirar os criminosos de circulação. Quando cheguei à cadeia, conheci o inferno. Os presos batiam na grade e ficavam agitados com a minha presença”, relata. Embora tenha cumprido apenas um terço da pena em regime fechado, foi no período em que esteve preso que mudou de vida. Segundo Neto, as visitas que sua mãe fazia a ele, com dificuldade, são recordações doloridas: “Minha mãe me visitava constantemente, com muita luta, sem condições. Magra, cansada, a passos lentos. Aquilo me fazia chorar”, relembra o ex-policial.
Ele detalhou o ambiente da prisão: “Cheiro de gente, de urina, de suor, de perfume, creolina… É difícil descrever. Um calor intenso e, às vezes, quase insuportável… Celas cheias, sem espaço para locomoção ou entrada de ar. Sem falar da vontade de sair, sem poder. O desejo de comer uma comida melhor, ainda que simples… Situações possíveis a quase todos, menos para quem está atrás das grades”, afirma, acrescentando: “Vivi um verdadeiro inferno dentro do presídio. Você pode imaginar! O fato de ter sido policial militar e ir conviver com as pessoas que eu prendi. O mais difícil era conseguir me manter vivo, afinal, recebia ameaças de morte constantemente”.
Nesse período, Neto se esforçou para se comportar bem e contou com incentivo de evangelistas ligados à igreja: “Eles me diziam que tinha jeito para minha vida, lembro-me muito bem, afirmavam que se eu colocasse minha fé em Deus, tudo iria mudar. Eu não tinha nada a perder, então, acreditei! Foi assim que consegui o poder de reescrever minha história”.
Ao sair da prisão para um regime semi-aberto, Neto passou a trabalhar como vigilante da Assembleia Legislativa de seu estado, e isso o proporcionou reconstruir sua vida, e voltar a estudar. Em 2011, foi nomeado pelo governo estadual como diretor do presídio de Sapé, a 55 Km de João Pessoa, capital da Paraíba.
Embora criticado, Neto passou a implantar novas formas de trabalho na administração do presídio, e por ser conhecedor das dificuldades da vida no presídio, criou um sistema de qualificação e trabalho para os detentos:
“Fui muito criticado por colegas que integram a Segurança, mas, graças a Deus, venho desempenhado meu trabalho com sucesso e isso me fez ser convidado para participar de seminários e palestras no país e até mesmo na Bolívia, abordando o modelo de administração prisional”, revela o agora diretor, em entrevista.
A unidade prisional que Neto comanda abriga 168 detentos, embora a capacidade seja de 70. O modelo usado por ele permite que, apesar da superlotação, não haja rebeliões ou abandono das tarefas: “Há 100% de frequência. Eles estão no ensino fundamental e médio e realizam cursos de culinária, pintura, artesanato, horta e confecção de produtos de limpeza. Outro dado importante é que temos o menor índice de reincidência. De 100 presos liberados, apenas dois retornam”, comemora.
Agora, Neto cursa o quinto semestre do curso de Direito e pretende se tornar advogado na área criminalística: “As autoridades hoje também confiam no meu trabalho. Nosso modelo de gestão prisional tem sido visto como referência, por isso, já viajei para vários Estados da Federação para falar do nosso exemplo. Nós somos o único presídio no Brasil no qual todos os reeducandos estão na sala de aula. Aprendem artesanato, também confeccionam o material de higiene usado na unidade prisional. Temos vários projetos como o cinema no presídio. Um resultado alcançado graças a muito esforço e apoio dos 34 agentes, que trabalham comigo”, disse em entrevista.
Saiba mais histórias como estas no ministério Onésimo: (31) 8402-9632
Fotos: Internet            Fonte: www.lagoinha.com

22 de out. de 2013

De vitória em vitória

Meu nome é Mauro da Silva Santos, casado. Nasci em 15 de setembro de 1964, em Cascavel, Paraná, e meus pais moravam e trabalhavam na zona rural. Minha história é pautada por muitas vitórias sobre incidentes com a saúde. A primeira ocorreu de imediato, quando cheguei ao mundo. Minha mãe conta que, quando nasci, não respirava e a parteira precisou fazer sucção com a própria boca nas minhas vias aéreas, para retirar todo o líquido amniótico que ali estava armazenado.

Com dois meses de idade, saíram 18 erupções em minhas costas e minha mãe levou-me a um médico. Ele diagnosticou que eram furúnculos e que nada poderia ser feito, e que eu não suportaria por serem muitos. O local onde morava era completamente desprovido de recursos. O médico, então, mandou-a levar-me de volta para casa e aguardar a minha morte. Segundo minha mãe, eu chorava muito porque, além das dores tinha que ficar deitado de barriga para baixo. Nessa época, o estado do Paraná estava sendo evangelizado por missionárias americanas, que souberam do meu caso pela minha mãe. Elas, então, pediram para me verem. As missioná-rias me pegaram no colo, me levantaram ao alto e me apresentaram ao Senhor. Depois disso, pediram à minha mãe uma navalha e álcool. Elas passaram o álcool nos furúnculos, cortaram cada um deles e os espremeram até que saísse tudo de dentro. Três dias depois, eu estava completamente curado, limpo. Hoje, tenho apenas marcas daqueles furúnculos.
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O tempo foi passando e, aos seis anos de idade, caí de uma carroça. Um machado, que também estava na carroça, deslocou-se e caiu com o lado do corte em minha cabeça. Fui socorrido a tempo, mas levei oito pontos na testa. Graças a Deus, mais uma vez, só ficaram as marcas.Quando já estava adulto, convertido ao Evangelho, certo dia, senti pontadas do lado esquerdo do tronco, próximo ao pulmão, e estava com febre. Procurei um médico que diagnosticou água na pleura. Estava com tuberculose. Então, tirei água da pleura, fiz o tratamento e novamente ficou uma marca. Graças a Deus venci mais essa.Certo dia, em meu trabalho, peguei um peso além do normal, por isso, precisei ir a um ortopedista. Após os exames, ele disse que eu havia pinçado a coluna. A situação era parecida com a de alguém que sofreu um acidente de carro. O médico, então, fez vários exames: tirou líquido da minha espinha, fez radiografia e constatou um grave problema. Ele disse que a partir daquele dia, não mais poderia usar sapato normal, dormir de travesseiro, deitar no braço do sofá e ficar com os dois pés direto no chão; teria sempre que descansar um deles.Enquanto fazia fisioterapia, buscava ao Senhor sabendo que só Ele poderia mudar o meu quadro clínico. Então, tive um sonho revelador. “Deus colocava poderes na ponta dos meus dedos. Paralelamente, eu ouvia vozes que me diziam ser impossível. Estranhamente, das pontas dos meus dedos saíam luzes azuis, que me davam poderes até para cortar vidros.” A caminho do hospital para mais uma consulta, mesmo dirigindo, orei ao Senhor dizendo: “Assim como no sonho que o Senhor me deu poder nos dedos para cortar vidros; põe agora, poder sobre as minhas mãos”. Quando parei num sinal vermelho, juntei as duas mãos sobre minha nuca e puxei fortemente o meu pescoço para frente. Ao chegar ao hospital, o médico me examinou novamente, e se espantou ao perceber que minha coluna simplesmente tinha despinçado, e revelou que esse fenômeno é raríssimo. Contei a ele o que havia feito no sinal vermelho e até que havia ouvido um estalo no momento quando puxei o pescoço. Mais impressionado ficou o médico quando constatou radiograficamente que eu estava completamente normal. Agradeci a Deus, mais uma vez, pois Ele havia vencido por mim, contrariando o tenebroso primeiro diagnóstico.Mas, como disse no início, minha vida seria marcada por muitos incidentes. Depois de um tempo, estava fabricando uma cama de ferro quando o disco de uma máquina estourou e bateu em cima de minha costela do lado direito. O normal seria eu ter tido um grave ferimento, o que não ocorreu. Ainda tenho a marca para comprovar mais um grande livramento. Mas, ainda cortando ferro, quase perdi um dedo. Fiquei com o dedo torto, e mais um “livramento”.Por fim, recentemente, estava brincando com o meu neto. Sem querer, ele me deu uma cabeçada na testa. No dia seguinte, estava com dificuldades para enxergar. Fiz vários exames e foi constatado que havia perdido 80% da vista do olho esquerdo. A médica, então, me encaminhou a um neurologista. Entretanto, nos últimos seis anos, já vinha tratando de estenose de canal com um neurologista. Começou, então, uma nova odisseia. Por seis meses fui submetido a vários exames e acabaram descobrindo que não se tratava apenas de estenose de canal. Nesse tempo, perdi a força em umas das pernas, sentia muita queimação no pescoço, muita dor de cabeça e fraqueza. Novamente, me agarrei ao Senhor Jesus e disse: “Deus, a tribulação não pode me vencer. Ela me faz crescer em Cristo e conhecer mais o Seu poder”. Reconheci mais o meu limite e cheguei mais perto de Deus. Somente Ele poderia mudar minha situação. Desde o meu nascimento venho tendo tribulações, mas Deus me socorreu em todas.Novo veredito em 8 de junho de 2009: eu estava com esclerose múltipla, uma doença maligna, que leva a pessoa a atrofiar e ir para a cadeira de rodas. Desde então, faço uso de Beta Feron, mas não fui e não vou para a cadeira de rodas. Trabalho muito, estou forte e tenho certeza que esta doença é para a glória de Deus. As marcas que ficaram dessa esclerose são a perda da visão esquerda e a fraqueza na perna direita, mas, Deus é a minha força e a minha fortaleza, Nele, sou mais do que vencedor, estou firme e forte no Senhor. Certamente, vencerei mais essa batalha para reinar com Ele no Seu reino que não terá fim. Creio firmemente na Palavra do Senhor, que nos afirma categoricamente que “em todas estas coisas somos mais que vencedores por meio daquele que nos amou”. Não há dúvidas de que o Inimigo intentou contra a minha vida, desde o meu nascimento, mas Jesus me livrou de todas essas investidas. As marcas são as provas dessa verdade. 
::Mauro Silva e Atilano Muradas
Fonte: www.lagoinha.com

Vida transformada por Jesus


testemunho
Roberto Wagner e família
Confira o testemunho de Roberto Wagner que já participou do Espiritismo e teve sua vida transformada após conhecer Jesus.
Meu nome é Roberto Wagner e tenho 56 anos. Nasci num lar católico, porém, não era um praticante. Por um tempo fui devoto de São Judas, indo, todos os meses, no dia 28, à igreja. Porém, depois de alguns anos, por meio de um tio, conheci o espiritismo, mas não me envolvi com a religião. Os anos foram passando e, um dia, no trabalho, um amigo me falou que estava lendo um livro espírita. Achei interessante o assunto e comprei o tal livro para ler. Gostei tanto que comprei mais livros, incluindo os que são best sellers do Espiritismo. Mais aprofundado, passei a frequentar centros de umbanda e candomblé e também uma cartomante. Num desses centros, fui orientado a desenvolver o meu “lado espiritual” iniciando em trabalhos de incorporação. Participei e também realizei vários rituais nesses centros, dentre os quais, o para proteger o corpo e o ritual de “fechamento de corpo”.
Nessa época, estava namorando Lilian. Certo dia quando cheguei do centro, ela passou mal com o cheiro que o meu corpo exalava, pois eu tinha acabado de fazer um ritual. Nesse dia, Lilian me fez uma intimação: eu deveria escolher ela ou o centro. Escolhi ficar com ela e abandonar o centro. Entretanto, para sair de lá era necessário pedir autorização ao líder, o que não fiz.
Em 1995, Lilian e eu nos casamos. Após isso, o Diabo passou a atuar em nossa vida financeira e familiar. Tive problemas com muitas dívidas, sem minha esposa saber, o que foi um erro. Durante o nosso casamento, mudamos de moradia 13 vezes e em todas elas nunca morei de aluguel. Troquei de carro várias vezes e até sem carro fiquei durante um período. Com o tempo, minha família e Lilian descobriram a verdade sobre as minhas dívidas, o que complicou meu relacionamento com meus irmãos e com Lilian.
Nosso casamento ia de mal a pior. Lilian tentou sair de casa várias vezes e, quando brigávamos, ela sempre mandava que eu fosse embora de casa. Infelizmente, a infidelidade também estava no meio do nosso casamento, piorando ainda mais o nosso relacionamento conjugal. Em meio a crises, em agosto de 2000, nasceu nossa filha, Lizandra. Por volta dos três anos de idade, nossa filha pedia toda semana para irmos à igreja, mesmo sem entender ao certo o que era. Começamos a frequentar uma igreja católica perto de casa, porém, não íamos com frequência. O tempo foi passando e a situação dentro da nossa casa não melhorava. Percebi que havia muitas coisas erradas na minha vida e que era preciso buscar uma solução.
Meu irmão tinha uma cunhada evangélica, que era um exemplo de vida com Deus. Em outra ocasião ela havia orado pela minha família, então, resolvi buscar sua ajuda. Conversamos com ela rapidamente e perguntei se ela poderia orar por nós. Poucos dias depois dessa conversa, ela recebeu a direção de Deus de não apenas orar, mas também nos ajudar. Essa irmã orou e passou a fazer visitas frequentes à minha casa na companhia do meu irmão e da esposa dele.
Lembro-me que no primeiro dia que foram orar e conversar conosco, eu e minha esposa choramos muito, pois, a presença de Deus era muito real em nossa casa. Lilian e eu decidimos, então, caminhar com o Senhor Jesus, em junho de 2006, e estamos até hoje, e como membros da Lagoinha. Depois que me converti, Deus me deu o entendimento da Bíblia e fui batizado nas águas.
Na sequência de tantas mudanças, decidimos ter outro filho. Deus nos deu o Isaque, que nasceu com traços de uma doença chamada anemia falciforme, que é uma má formação dos glóbulos vermelhos. Sem hesitar, entregamos o problema a Deus, pois, já que Ele nos dera o filho, então, por certo, saberia o que fazer para curá-lo. Após seis meses de vida, Isaque passou por novos exames, mas a anemia persistia. O médico nos disse que ele viverá normalmente, mas sua futura esposa não poderá ter anemia falciforme, pois os filhos terão grande possibilidade de também nascerem com a doença. Mesmo diante desse quadro, não deixamos de crer em Deus e sabemos que Ele tem cuidado de nós e do nosso amado Isaque.
As mudanças que aconteceram em nossas vidas depois que conhecemos Jesus foram muito significativas. Cinco pessoas da família de Lilian já se converteram a Jesus. Além dessas, também aceitaram Jesus nossos familiares que moram nos Estados Unidos. Cremos que mais familiares nossos irão conhecer e se render aos pés do nosso amado Jesus, muito em breve.
Em outubro de 2010, Lilian e eu assumimos a liderança de uma Célula por um curto período. Atualmente, frequentamos uma Célula na casa da minha irmã e vivemos para Deus e a Sua obra. Agradeço ao Senhor pela vida e família abençoada que tenho.
::Roberto Wagner e Kátia Brito
Fonte: www.lagoinha.com

Sarados por Jesus

Darlen fez campanha de sete quartas-feiras no culto “Deus de Maravilhas”

DARLEN
Meu nome é Darlen Moreira de Araújo e tenho 37 anos. No início de 2012, estava jogando futebol com meus amigos, quando, no meio da partida, sofri uma queda que não me permitiu mais continuar no jogo. Senti muita dor no pescoço, como se tivesse com torcicolo. De fato, nem conseguia movimentar mais a minha cabeça. Por isso, marquei uma consulta médica em que passei por alguns exames. Para minha tristeza, foi encontrada uma antiga lesão em uma das minhas vértebras. Se eu demorasse um pouco mais para ir ao médico, poderia ficar tetraplégico.
Em junho do mesmo ano, passei por uma cirurgia no pescoço, para retirar parte da vértebra e substituir por uma prótese. Acreditei que ao ser retirada a parte do osso que estava lesionada, não teria mais que me preocupar, porém, uma má notícia me aguardava. Ao ser realizada uma análise no fragmento da vértebra, descobriram que eu estava com um mieloma múltiplo, uma lesão maligna que provoca o aparecimento de tumores nos ossos, rins e que também pode afetar o sistema imunológico. Fiquei sem rumo quando o médico me disse que eu poderia passar por sessões de quimioterapia, radioterapia e, o pior, por um transplante de medula.
Depois de receber essa notícia, minha esposa, Kênia, propôs fazermos uma campanha de sete quartas-feiras no culto “Deus de Maravilhas”, dirigido pela pastora Alaélcia. O propósito seria me alimentar da Palavra de Deus e buscar o milagre para a minha vida. Após a quarta semana da campanha, realizei novos exames. Ao pegar os resultados, não os abri. Ao final do quinto culto, a pastora Alaélcia orou comigo, me ungiu e disse: “Deus lhe deu a vitória!” Saí de lá com os olhos cheios de lágrimas e crendo na vitória.
Na semana seguinte, levei ao médico os resultados que ainda estavam lacrados. Entreguei tudo a ele e aguardei que os lesse. A notícia não poderia ser melhor: eu estava curado do câncer. Confesso que não sabia se pulava, gritava ou chorava. A única coisa que consegui falar para a pessoa mais importante da minha vida foi: “obrigado, meu Deus!” Todavia, mesmo com a boa notícia, Kênia e eu terminamos a campanha de sete orações e não paramos mais de ir aos cultos “Deus de Maravilhas”.
Atualmente, ainda tomo uma medicação e faço exames periódicos, mas, graças a Deus, os resultados são sempre de que não tenho mais a doença. 
Minha relação com o Senhor, hoje, é outra. Acredito ainda mais no Seu poder e tenho a convicção de que tudo em minha vida acontece no tempo certo e determinado por Ele. Agradeço a Deus, aos familiares e amigos que me apoiaram para que eu não esmorecesse. Sou grato, principalmente, à minha esposa que esteve ao meu lado todo o tempo e foi meu alicerce para vencer essa luta contra o câncer.
Fotos: Arquivo pessoal
:: Darlen Moreira e Kátia Brito
Fonte: www.lagoinha.com

De alto executivo financeiro a líder de crianças

Conheça a belíssima história de Ulisses Spagiari, apresentador do programa infantil “Tio Uli e os Bonecos”

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“Não tinha aptidão para crianças, na verdade minha formação é em ciências contábeis. Trabalhei aproximadamente 20 anos na área financeira, contábil ou controladoria de empresas multinacionais. Tocava música clássica junto a minha esposa que é cantora lírica, então, sempre trabalhávamos com louvor na Igreja. Acreditava que esse era o meu ministério.
No entanto, comecei a perceber que as crianças da igreja não tinham muita assistência e também morava em um bairro onde muitas ficavam nas ruas sem nenhuma ocupação. Foi então, que notei que existia uma carência de pessoas que trabalhassem com o público infantil.
Com a percepção dessa necessidade pensei comigo: “Como vou evangelizar as crianças?” Tive algumas ideias em relacionar a música com o evangelismo infantil, mas no final decidi visitar lojas evangélicas e ver o que elas ofereciam como instrumento pedagógico. Em uma dessas visitas, encontrei um bonequinho tipo fantoche. Comprei meia dúzia e comecei a escrever histórias. Desde que tive o “chamado” vi que meu trabalho não era para crianças da Igreja, mas para aquelas que ainda não conheciam Jesus.
Por isso, trabalhava na favela, orfanato, hospital e em escolas.  Minha história falava de Jesus, mas também falava de piolho, de sarna, porque trabalhava com a criançada das comunidades. Embora estivesse muito envolvido com os pequeninos, continuei minha vida como executivo.
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Tio Uli durante visita a hospital
O meu trabalho com as crianças começou a chamar atenção dos funcionários e amigos da empresa que trabalhava. Eram pessoas que tinham altos salários executivos, teoricamente, não eram cristãs e tinham o desejo de fazer alguma coisa em relação ao próximo.  Percebendo o desejo deles em ajudar, conversei com o departamento pessoal da empresa  e pedi para abrir um comitê. A intenção era criar campanhas de agasalho, entre outras, para dar oportunidade para os colegas de trabalho fazerem algo no tempo livre e se envolverem como voluntários.
Toda essa iniciativa provocou um volume tão grande de participação dos funcionários, que a empresa começou a ver a ação social como positiva e passou a participar ativamente nos projetos. Então, por exemplo, quando fazíamos uma campanha de inverno, a cada roupa usada doada pelos funcionários, a empresa apoiava com um cobertor novo.  Conseguimos mais de 4500 cobertores, e assim como em outras iniciativas, a cada doação de um funcionário, a empresa fazia outra.
exame
Todos esses projetos começaram a ter um “boom” na imprensa. Por causa, dessas ações envolvendo a empresa com a qual trabalhava, fui capa da Revista “Você s.a.”, “Exame”, entre outras. Lembro que dei entrevistas para mais de 40 jornais e revistas. Concedi entrevistas também a programas televisivos, como “Mais Você” com a apresentadora Ana Maria Braga, entre outros na Gazeta, Band e outras emissoras. A cada uma dessas entrevistas, sempre dizia que o meu sonho era trabalhar com crianças em tempo integral.
Abrindo mão de tudo pelas crianças
Então, o pastor Márcio Valadão leu uma dessas entrevistas e me convidou para trabalhar com a igreja em tempo integral. Com a proposta, abandonei o meu cargo na empresa, para dedicar todo o meu tempo às crianças. O desafio que assumi foi para um salário muito diferente do que tinha como executivo, por isso, tornou-se como um exercício de fé.  E não foi só o salário, a questão envolvia mudança de igreja, escola, cidade e estado. Como nascer de novo no lugar.  Os primeiros anos foram difíceis, mas entendemos que BH era a nossa terra.
E o curioso é que foi tão tremendo o meu chamado, que o pastor Márcio não me convidou para ser o pastor das crianças da Lagoinha, mas para exercer exatamente o que fazia em São Paulo. Continuei fazendo visitas a orfanatos, comunidades, escolas e abrigos. Foi aí que após dez meses na capital mineira, a Lagoinha adquiriu a Rede Super de Televisão e me chamou para fazer um programa infantil. Para quem não conhece o “Tio Uli e os Bonecos”, pode pensar que se trata apenas de um programa de TV, mas na verdade é mais uma iniciativa para alcançar as crianças fora da igreja.  Muita criança não convertida me assiste, não apenas elas, como também os pais.
É muito comum andar na rua e uma pessoa me reconhecer pelo programa e ao falar com ela, vejo que não é cristã.  Se você observar o conteúdo, verá que é evangelismo puro. A TV por si só já virou um ministério, porque o pai me liga dizendo que o filho está no hospital e que gosta muito de assistir o ‘Tio Uli e seus bonecos’.  Quando faço a visita, não apenas a criança, mas todas no hospital recebem a minha visitinha, porque a enfermeira, ou o médico me reconhece e pede para passar em cada um dos quartos. Fora a televisão, a minha esposa, minhas duas filhas e eu trabalhamos em favelas, hospitais e escolas, inclusive minhas filhas foram adotadas após essas visitas que fazíamos nas comunidades.
Já faz 28 anos que trabalho com crianças, e sempre recebo uma proposta indecente para voltar para o meu trabalho como executivo, mas isso em nenhum momento me fez pensar em deixá-las, porque já tenho o melhor ‘emprego’ do mundo”.
:: Ulisses Spagiari conhecido como Tio Uli
Texto: Érica Fernandes 
Fonte: www.lagoinha.com

29 de ago. de 2013

DEUS EXISTE

Damico era dono de uma bem sucedida
farmácia numa cidade do interior.
Era um homem bastante inteligente,
mas não acreditava na existência de
Deus ou de qualquer coisa além
do seu mundo material.
Certo dia, estava ele fechando
a farmácia quando chegou uma criança
aos prantos dizendo que sua mãe estava
passando mal e que se ela não tomasse
o remédio iria logo morrer.
Muito nervoso e após muita insistência da criança,
 resolveu reabrir a farmácia para pegar o remédio.
Sua insensibilidade perante aquele
momento era tal que acabou pegando
o remédio no escuro, entregou-o à criança,
que agradeceu e saiu dali às pressas.
Minutos depois, percebeu que havia
entregado o remédio errado para criança.
 Se aquela mãe o tomasse, teria morte instantânea.
Desesperado, tentou alcançar
a criança mas não teve êxito.
Gritou em desespero. O tempo passava e nada acontecia.
Sem saber o que fazer e com
a consciência pesada, ajoelhou-se
e começou a chorar dizendo que
se realmente existisse um Deus
que não o deixasse passar por assassino.
O tempo passava e ele, de joelhos,
ficou pensando que a mulher poderia
já estar morta.
Refletiu sobre sua intemperança,
sobre seu mau humor e principalmente
sobre sua insensatez.
De repente, sentiu uma mão tocar-lhe
o ombro esquerdo . Ao virar-se deparou
com a criança em prantos.
Naquele momento ficou desconsolado:
Deus, de fato, não existia.
Já podia imaginar o que estava para lhe acontecer.

O choro e o olhar triste daquela criança lhe 

atravessava a alma.
Como num lampejo de sabedoria,
perguntou ao menino o que lhe havia acontecido.
Aquela criança começou a dizer:
- "Senhor, por favor não brigue comigo,
 mas é que caí e quebrei o vidro do remédio.
 Dá pro senhor me dar outro?"


Cuidemos do nosso falar

Certa vez um homem tanto falou que seu vizinho era ladrão que o coitado acabou sendo preso.
Tempos depois descobriram que o detido era inocente.
Sendo solto, após muita humilhação, resolveu processar o caluniador.
Este, ao comparecer ao  tribunal, disse:
- Comentários não causam mal algum.
- Escreva os comentários que você fez sobre seu vizinho num papel. Pique-o em pequenos pedaços e jogue-os pelo caminho enquanto volta para casa. Amanhã volte aqui  para discutirmos melhor o assunto, disse o juiz.
O homem obedeceu voltando no dia seguinte. 
- Agora o senhor terá que catar os pedaços de papel que espalhou ontem pelo caminho, decretou o  juiz.
- Não posso fazer isso, meritíssimo! O vento deve tê-los espalhado por todos os lugares e já não sei onde estão! retrucou o homem.
- Da mesma forma, afirmou a autoridade, um simples comentário, que pode destruir a honra de um homem, espalha-se a ponto de não podermos consertar o mal causado. Se você não pode falar bem de uma pessoa, melhor é que não se diga nada. Você ficará preso pelo mesmo tempo que ele passou na prisão.

.......


Preste Atenção em seus PENSAMENTOS,
porque estes se tornarão PALAVRAS.
Preste Atenção em suas PALAVRAS,
pois elas se tornarão ATOS.
Preste Atenção em seus ATOS,
pois eles se tornarão HÁBITOS.
Preste Atenção em seus HÁBITOS,
porque eles moldarão seu CARÁTER.
Preste Atenção em seu CARÁTER,
pois ele determinará seu DESTINO.

Riqueza ou Pobreza?


Um dia, um pai de família, rico, grande empresário, levou seu filho para viajar até um lugarejo com o firme propósito de mostrar o quanto as pessoas podem ser pobres.
O objetivo era convencer o filho da necessidade de valorizar os bens materiais que possuía, o status, o prestígio social. O pai queria desde cedo passar esses valores para seu herdeiro.
Eles ficaram um dia e uma noite numa pequena casa de taipa, de um morador da fazenda de seu primo.
Quando retornavam da viagem, o pai perguntou ao filho:

- E aí, filhão, como foi a viagem para você ?
- Muito boa, papai, respondeu o pequeno.

- Você viu a diferença entre viver com riqueza e viver na pobreza ?
- Sim pai ! Retrucou o filho, pensativamente.
- E o que você aprendeu, com tudo o que viu nesses dias, naquele lugar tão paupérrimo ?

O menino respondeu:

- É pai, eu vi que nós temos só um cachorro em casa, e eles têm quatro. Nós temos uma piscina que alcança o meio do jardim, eles têm um riacho que não tem fim.

Nós temos uma varanda coberta e iluminada com lâmpadas fluorescentes e eles têm as estrelas e a lua no céu.
Nosso quintal vai até o portão de entrada e eles têm uma floresta inteirinha.
Nós temos alguns canários em uma gaiola eles têm todas as aves que a natureza pode oferecer-lhes, soltas !

O filho suspirou e continuou:
- E além do mais papai, observei que eles oram antes de qualquer refeição, enquanto que nós em casa, sentamos à mesa falando de negócios, dólar, eventos sociais, daí comemos, empurramos o prato e pronto !

No quarto onde fui dormir com o Tonho, passei vergonha, pois não sabia sequer orar, enquanto que ele se ajoelhou e agradeceu a Deus por tudo, inclusive a nossa visita na casa deles.
Lá em casa, vamos para o quarto, deitamos, assistimos televisão e dormimos.

Outra coisa, papai, dormi na rede do Tonho, enquanto que ele dormiu no chão, pois não havia uma rede para cada um de nós. 
Na nossa casa colocamos a Maristela, nossa empregada, para dormir naquele quarto onde guardamos entulhos, sem nenhum conforto, apesar de termos camas macias e cheirosas sobrando.
Conforme o garoto falava, seu pai ficava estupefato, sem graça e envergonhado.

O filho na sua sábia ingenuidade e no seu brilhante desabafo, levantou-se, abraçou o pai e ainda acrescentou:

- Obrigado papai, por me haver mostrado o quanto nós somos pobres !



  (autor desconhecido)